[Mitsubishi UFJ: A velocidade de liberação das reservas de petróleo é a chave para determinar a eficácia] Lloyd Chan, analista do Mitsubishi UFJ Financial Group, disse que a AIE concordou em liberar as maiores reservas de petróleo da história, mas a perturbação no Estreito de Ormuz foi tão grande que o número de barris planejados para entrar no mercado ficou muito pequeno. Os 400 milhões de barris de petróleo planejados para serem liberados pelos Estados-membros da AIE equivalem a apenas quatro dias de demanda global por petróleo. Isso não quer dizer que liberar as reservas não terá impacto — mas a velocidade do lançamento será fundamental, escreveu Chan. O cronograma de liberação de seis meses significa cerca de 2 milhões de barris por dia, em comparação com 20 milhões de barris por dia de petróleo passando pelo estreito em circunstâncias normais. Em um cenário de liberação que dure um mês, isso significa 13 milhões de barris por dia, o que pode ser suficiente para cobrir a lacuna de oferta. Ainda assim, isso traz o risco de reduzir futuras capacidades de tampão, especialmente se a crise do Oriente Médio persistir.