É razoavelmente provável que, se o tráfego no Estreito de Ormuz não voltar aos níveis semi-normais até o final do mês, veremos impactos econômicos negativos significativos. Os EUA e outros líderes globais podem mitigar o impacto do petróleo por meio de liberações de reservas estratégicas. Impactos secundários seriam: Asfalto/betume prejudicando o setor de construção. Os insumos de fertilizantes prejudicam a produtividade das culturas em 30-50%. As exportações são fortemente dependentes da Índia e do Sudeste Asiático, com alguns impactos no Brasil e na África. Os impactos não se limitariam apenas a esses mercados, pois efeitos em cascata impactariam o mundo inteiro. Existem vários mercados de previsão do Estreito de Ormuz que você pode usar para emparelhar negociações com posições longas ou vendidas em ações.