O grupo que ajudou a eleger Sir Keir Starmer como líder do Labour contratou lobistas para investigar o histórico pessoal, político e religioso de um jornalista do Sunday Times por trás de um artigo sobre doações secretas que financiaram seu trabalho.
O Labour Together pagou £36,000 à Apco, uma empresa de assuntos públicos dos EUA, para examinar os "históricos e motivações" dos repórteres por trás de uma história antes das eleições gerais.
O objetivo era desacreditar a reportagem do The Sunday Times, sugerindo falsamente que seus jornalistas poderiam fazer parte de uma conspiração russa ou ter se baseado em e-mails hackeados pelo Kremlin.
A Apco produziu um relatório de 58 páginas, incluindo quase dez páginas de alegações profundamente pessoais e falsas sobre Gabriel Pogrund, o editor de Whitehall do Sunday Times. Ele e Harry Yorke, o editor político adjunto do jornal, foram nomeados como "pessoas de interesse significativo".
Em 2011, Jeffrey Epstein foi informado de que o Príncipe Andrew estava "triste e frustrado. Considerando abdicar, mas ele é como um animal de zoológico, de forma alguma, especialmente agora, para ele prosperar."
Na mesma troca, "Melanie", o contato mútuo, diz que está relutante em passar informações de Epstein para Andrew, pois os telefones do príncipe estão "todos grampeados" e o Blackberry "marcado", embora Andrew "não saiba".
NOTÍCIA: O chefe da polícia de West Mids, Craig Guildford, oferece um "profundo pedido de desculpas" e admite que o fictício jogo Maccabi/West Ham incluído na "inteligência" da polícia usado para justificar a proibição ***foi*** gerado por IA.
Guildford disse o oposto aos deputados.